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TADEL

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Igreja em Células vs Igreja de ProgramasA Importância do Discipulado Um a Um    

Igreja em Células vs Igreja de Programas


O que é uma igreja baseada em programas? Eu a vejo como um conjunto de várias atividades promovidas para responder às necessidades dos membros, ou, freqüentemente, só porque “ é a maneira como as coisas são feitas”. Elas incluem a escola dominical, a adoração matutina no domingo, os serviços informais do culto à noite , os programas de música, os ministérios de crianças e da mocidade, o evangelismo (visitação de porta em porta), os grupos orientados para missões, e os voltados para o serviço, o estudo bíblico no meio da semana, as reuniões de oração, os comitês de vários tipos... A lista é interminável. Nenhum programa é, em si mesmo, ruim. Mas sempre há sérios problemas se e quando: Seu propósito é apenas manter o “sistema” em funcionamento. De certo modo, os métodos vêm a ser considerados sagrados, mesmo que dêem pouco fruto. Eles têm pouco, ou quase nada, a ver, entre si. Não há nenhuma sensação de visão global, de objetivo único. Eles competem entre si pelo tempo, energia, e dinheiro dos membros da igreja. Uma pequena minoria da igreja (raramente mais que 15%, de acordo com Neighbour) é realmente envolvida, ao passo que a maioria se contenta em apenas assistir; enquanto a minoria fica sobrecarregada com todo o peso das atividades, a maioria apenas esquenta os bancos. Isto é cristianismo? Eles reforçam a noção de que a vida da igreja consiste apenas em atividades e não em relacionamentos. Cada atividade tem uma base nas Escrituras, à qual os membros da igreja se apegam. O resultado é que as pessoas pensam que estão investindo tempo em relacionamentos significativos, quando, na verdade, estão totalmente separadas umas das outras. Quais são as necessidades sinceras das pessoas na escola dominical, coral, departamentos, estudo bíblico...; você sabe? Há alguém que saiba? O membro acaba por se envolver em tantas atividades da igreja que não tem qualquer tempo para os não-cristãos. Freqüentemente, de fato, não conhece nenhum deles bem o bastante para chamá-los de seus amigos! Não há nada errado com os programas; igrejas de células ao redor do mundo inteiro os têm. Mas um esforço deliberado deve ser feito para identificar as tendências descritas acima, para guardar a sua igreja contra elas. Programas têm que servir às pessoas, não o contrário. Um barômetro bom para julgar a utilidade e o propósito de um programa é perguntar: “- Este programa edifica o relacionamento dos crentes com Deus, entre si, e com o não salvo, ou vai nos ajudar a alcançar isto, no mínimo, a médio prazo?”. No contexto de uma igreja em células, é importante perguntar: “- Este programa fortalece ou dificulta a edificação e o evangelismo nas células?”. Os programas na sua igreja têm algum propósito? Estão em ligação com a visão da igreja? Funcionam, ou são apenas uma “vaca sagrada”- intocável? O doutor Galen Currah (currah@iclnet93.iclnet.org) e alguns outros irmãos do Seminário do Oeste, Estados Unidos, tiveram uma profunda e profícua discussão, que resultou nestas 30 vantagens das células como estratégia para o ministério e para o crescimento da Igreja. Adaptado pelos editores. 1. Permitem a todo cristão usar seus dons. 2. São mais facilmente formadas, mantidas e terminadas. 3. São um agradável meio de envolvimento e comunhão para a maior parte das pessoas. 4. Atraem a maior parte das pessoas que “repelem” as igrejas. 5. Trazem a presença de Deus para qualquer lugar. 6. Podem acontecer em qualquer lugar. 7. Especializam-se, em qualquer problema humano. 8. Permitem que mais líderes emerjam e se desenvolvam. 9. Custam quase nada para serem formadas. 10. Ajudam cada novo crente a se tornar um ministro. 11. Facilmente, se necessário, transformam-se em novas igrejas. 12. Reproduzem-se com facilidade. 13. Encorajam a oração mútua e de modo mais pessoal. 14. Seguem de modo mais fiel o modelo de Igreja dos apóstolos. 15. Oferecem a todos oportunidade de ministério. 16. Atendem às necessidades mais imediatas de todos. 17. Mantêm os líderes informados das necessidades dos membros. 18. Permitem que todos liderem, mesmo que momentaneamente. 19. O horário e o local de encontro atendem a todos. 20. São ambientes mais terapêuticos para pessoas feridas. 21. Facilitam a mobilização da maioria, numa urgência. 22. Fluem na na espontaneidade, não apenas no nível profissional. 23. Provêem mais oportunidades para se expressar verdadeiro amor. 24. Geram um ambiente de contexto cultural, apropriado para todos. 25. Oferecem ao descrente realidade cristã, ao invés de “sermões”. 26. Estimulam compromisso com a Igreja. 27. Permitem a socialização de marginalizados. 28. Treinam missionários num método tranferível para outros locais. 29. Aliviam o pastor da massacrante tarefa de suprir todo o rebanho. 30. Centralizam Cristo.